De madrugada, enquanto conversava com um amigo no telefone eu escutei o barulho de alguma coisa caindo e o som parecia vir do andar de cima daqui de casa. Depois parecia vir da minha cozinha... barulho de quando abre a geladeira e então eu comecei a temer e pensei "o que diabos é isso?". Contei para o meu amigo que achava que alguém tinha acordado aqui em casa. Mas logo conversamos normalmente, mesmo ouvindo esses barulhos estranhos. A ligação caiu e eu ouvi novamente um barulho que vinha da parte de cima da casa. Cheguei perto da escada pra ver se eu via alguma luz da geladeira que fica na sala, mas não vi. Fui pra varanda e tentei retornar a ligação, nos falamos um pouco e então ele disse que iria dormir. Fiquei olhando pra rua um tempo até que decidi subir. Subi bem devagar e espiando pra vê se havia alguém na sala.
Depois que ajeitei minha cama e escovei os dentes deitei e fiquei conversando com outro amigo no whatsapp e aí os barulhos voltaram, só que agora eu os ouvia vindo do andar debaixo. Novamente um barulho que parecia ser de algo se quebrando. Depois ouvi passos... Os passos eram fortes e parecia que eles estavam indo em direção a escada e de fato parecia que tinha alguém subindo.
A única coisa que consegui pensar foi "Ou tem um espírito maligno na minha casa ou alguém invadiu."
Coisas que só a madrugada e o excesso de silêncio nos proporcionam.
Depois que ajeitei minha cama e escovei os dentes deitei e fiquei conversando com outro amigo no whatsapp e aí os barulhos voltaram, só que agora eu os ouvia vindo do andar debaixo. Novamente um barulho que parecia ser de algo se quebrando. Depois ouvi passos... Os passos eram fortes e parecia que eles estavam indo em direção a escada e de fato parecia que tinha alguém subindo.
A única coisa que consegui pensar foi "Ou tem um espírito maligno na minha casa ou alguém invadiu."
Coisas que só a madrugada e o excesso de silêncio nos proporcionam.
Anotei todas as minhas quotes favoritas do filme.
"É 29 de agosto. Em 48 horas o destino de Amélie Poulain mudará, mas por ora ela não sabe disso."
"O tempo não mudou nada. Amélie continua se refugiando na solidão."
" - Cada um tem uma maneira de se acalmar.
- Eu jogo pedras..."
"O mais difícil são os olhares. As vezes, tenho impressão que mudaram de humor de propósito."
" - Está no centro de tudo, mas ao mesmo tempo fora.
- Talvez seja diferente dos outros.
- Em que?
- Não sei."
"Estranho o destino dessa jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme discreto das coisas simples da vida."
" - Amor à primeira vista existe.
- Não nego, mas depois de 30 anos num balcão posso dizer que entendo do riscado. Posso até lhe dar a receita. Pegue dois fregueses convença-os de que se gostam e cozinhe em fogo lento. Nunca falha."
" - Sabe a garota do copo de água?
- Sei.
- Se parece distante, talvez seja porque está pensando em alguém.
- Alguém do quadro?
- Não. Um garoto com quem cruzou em algum lugar e sentiu que eram parecidos.
- Em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente a criar laços com os que estão presentes."
" - Ao contrário, talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.
- E ela? E a bagunça da vida dela? Quem vai por ordem?"
"Uma mulher sem amor é como um flor sem sol."
"O medo do tempo que passa nos faz falar do tempo que faz."

"Sem você, a emoção de hoje seria pele morta da emoção do passado."
"Uma garota normal arriscaria ligar para ele imediatamente. Marcaria um dia, devolveria o álbum e veria se ele vale a pena ou não. Isso se chama encarar a realidade. Mas é isso que Amélie não quer."
"A sorte é como o Tour de France. Esperamos tanto e passa tão rápido. Quando chega a hora, precisa saltar sem hesitar."
"São tempos difíceis para os sonhadores."
" - Ela está apaixonada!
- Nem a conheço.
- Claro que conhece.
- Desde quando?
- Desde sempre. Em seus sonhos."
" - Amor. A única coisa que ela ainda não tinha pegado.
- Pois é, ninguém está imune.
- Em todo caso, o amor faz bem."
"- Por que o interesse? Nem a conhece.
- Justamente. Tem o mistério."
"E você nem legume é, porque até as alcachofras têm coração."
"Agora ele entendeu. Vai descansar a colher. Depois vai pegar o açúcar da mesa com o dedo. Em seguida, vai se virar e então vai falar comigo."
"- Ela está apaixonada por ele?
- Sim.
- Acho que está na hora dela assumir o risco.
- Justamente, ela está pensando em um estratagema...
- Ela gosta disso... de estratagemas.
- Sim.
- Na verdade, ela é um pouco covarde."
"Raymond Dufayel é um intolerável. Se Amélie prefere viver no sonho e ser uma moça introvertida, é direito dela. Pois estragar a própria vida é um direito inalienável."
"A vida é o interminável ensaio de uma peça que nunca se realizará."
"Então, querida Amélie. Você não tem ossos de vidro, pode suportar os baques da vida. Se deixar passar essa chance, então com o tempo seu coração ficará tão seco e quebradiço quanto meu esqueleto."
"É 29 de agosto. Em 48 horas o destino de Amélie Poulain mudará, mas por ora ela não sabe disso."
"O tempo não mudou nada. Amélie continua se refugiando na solidão."
" - Cada um tem uma maneira de se acalmar.
- Eu jogo pedras..."
"O mais difícil são os olhares. As vezes, tenho impressão que mudaram de humor de propósito."
" - Está no centro de tudo, mas ao mesmo tempo fora.
- Talvez seja diferente dos outros.
- Em que?
- Não sei."
"Estranho o destino dessa jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme discreto das coisas simples da vida."
" - Amor à primeira vista existe.
- Não nego, mas depois de 30 anos num balcão posso dizer que entendo do riscado. Posso até lhe dar a receita. Pegue dois fregueses convença-os de que se gostam e cozinhe em fogo lento. Nunca falha."
" - Sabe a garota do copo de água?- Sei.
- Se parece distante, talvez seja porque está pensando em alguém.
- Alguém do quadro?
- Não. Um garoto com quem cruzou em algum lugar e sentiu que eram parecidos.
- Em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente a criar laços com os que estão presentes."
" - Ao contrário, talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.
- E ela? E a bagunça da vida dela? Quem vai por ordem?"
"Uma mulher sem amor é como um flor sem sol."
"O medo do tempo que passa nos faz falar do tempo que faz."

"Sem você, a emoção de hoje seria pele morta da emoção do passado."
"Uma garota normal arriscaria ligar para ele imediatamente. Marcaria um dia, devolveria o álbum e veria se ele vale a pena ou não. Isso se chama encarar a realidade. Mas é isso que Amélie não quer."
"A sorte é como o Tour de France. Esperamos tanto e passa tão rápido. Quando chega a hora, precisa saltar sem hesitar."
"São tempos difíceis para os sonhadores."
" - Ela está apaixonada!
- Nem a conheço.
- Claro que conhece.
- Desde quando?
- Desde sempre. Em seus sonhos."
" - Amor. A única coisa que ela ainda não tinha pegado.
- Pois é, ninguém está imune.
- Em todo caso, o amor faz bem."
"- Por que o interesse? Nem a conhece.
- Justamente. Tem o mistério."
"E você nem legume é, porque até as alcachofras têm coração."
"Agora ele entendeu. Vai descansar a colher. Depois vai pegar o açúcar da mesa com o dedo. Em seguida, vai se virar e então vai falar comigo."
"- Ela está apaixonada por ele?
- Sim.
- Acho que está na hora dela assumir o risco.
- Justamente, ela está pensando em um estratagema...
- Ela gosta disso... de estratagemas.
- Sim.
- Na verdade, ela é um pouco covarde."
"Raymond Dufayel é um intolerável. Se Amélie prefere viver no sonho e ser uma moça introvertida, é direito dela. Pois estragar a própria vida é um direito inalienável."
"A vida é o interminável ensaio de uma peça que nunca se realizará."
"Então, querida Amélie. Você não tem ossos de vidro, pode suportar os baques da vida. Se deixar passar essa chance, então com o tempo seu coração ficará tão seco e quebradiço quanto meu esqueleto."
Paula queria encontrar com André de alguma forma, então por algum tipo de milagre a amiga dela mandou uma mensagem dizendo que ligaria pra ela assim que ela estivesse livre.
Paula manda uma mensagem avisando que estava livre e que ela poderia conversar. Ela esperou alguns minutos até que sua amiga ligou e elas conversaram durante um tempo. E então Paula viu o amigo de André que parou e olhou com olhar desconfiado, digitou uma mensagem e prosseguiu com o caminho.
Paula ficou rindo sozinha da situação e procurou um lugar pra sentar enquanto esperava pra ter uma oportunidade de vê-lo. Uns minutos depois ele desceu e aí ela levantou e foi cumprimenta-lo. Então ele se despediu e falou que o amigo dele o esperava. Mas eles seguiram na mesma direção e então eles se despediram novamente.
E um dos pensamentos de Paula era sobre uma conversa que eles tiveram durante a semana. Ele disse que eles se veriam na quinta feira e ela perguntou como ele sabia (eles costumam se encontrar nas quintas, mas essa ela não poderia encontra-lo onde eles se encontram as quintas). Ele apenas disse que poderia acontecer... Que havia colocado uma condição para a quinta. E como já estava ficando tarde e Paula queria que essa condição desse certo ela esperou, mesmo que parecesse idiota. Ela só queria olhar, dizer oi pra ele. Qualquer coisa só pra senti-lo.
Paula manda uma mensagem avisando que estava livre e que ela poderia conversar. Ela esperou alguns minutos até que sua amiga ligou e elas conversaram durante um tempo. E então Paula viu o amigo de André que parou e olhou com olhar desconfiado, digitou uma mensagem e prosseguiu com o caminho.
Paula ficou rindo sozinha da situação e procurou um lugar pra sentar enquanto esperava pra ter uma oportunidade de vê-lo. Uns minutos depois ele desceu e aí ela levantou e foi cumprimenta-lo. Então ele se despediu e falou que o amigo dele o esperava. Mas eles seguiram na mesma direção e então eles se despediram novamente.
E um dos pensamentos de Paula era sobre uma conversa que eles tiveram durante a semana. Ele disse que eles se veriam na quinta feira e ela perguntou como ele sabia (eles costumam se encontrar nas quintas, mas essa ela não poderia encontra-lo onde eles se encontram as quintas). Ele apenas disse que poderia acontecer... Que havia colocado uma condição para a quinta. E como já estava ficando tarde e Paula queria que essa condição desse certo ela esperou, mesmo que parecesse idiota. Ela só queria olhar, dizer oi pra ele. Qualquer coisa só pra senti-lo.
Quinta, 29 de Agosto, 2013
Dia cansativo. Pensamentos a mil. Choro. Colo de mãe. Conversa. SMS. Esperar. Nada.
Rede, música, pensar. 2h da manhã. Nada.
Sexta, 30 de Agosto, 2013
Sentir deprimida. Cama o dia todo. Faculdade. Prova. 20:40 descer com pensamento em encontrar. Encontro. Borboletas na barriga. Sentir nervosa. Perder a noção. Telefonema. Esperar. Rever amiga. Passar noite na casa da amiga. Compartilhar novidades. Convidar amigo - SMS. Amiga dorme cedo, não conseguir dormir. Dormir 3h depois de sua amiga. (Consolo: música)
Sábado, 31 de Agosto, 2013
Acorda. Almoça. Casa. Física. Ansiedade. 19h pausa. Física. Ansiedade.
Arrumar.
Sai de casa. Encontro.
Açaí, risadas e coincidências.
Companhia, casa. Conversas aleatórias.
Despedida. Abraço... Abraço apertado. Sair do abraço. Beijo. Mais abraço. Sorrisos entre beijos e abraços. Despedida. Abraço e beijo. Despedida...
"Fiquei afim de você desde quando te conheci." "Você gosta de doido?" "Acho que sim."
"O Eric perdeu!"
Entra. Ajeita. 22:13 - SMS's.
Dia cansativo. Pensamentos a mil. Choro. Colo de mãe. Conversa. SMS. Esperar. Nada.
Rede, música, pensar. 2h da manhã. Nada.
Sexta, 30 de Agosto, 2013
Sentir deprimida. Cama o dia todo. Faculdade. Prova. 20:40 descer com pensamento em encontrar. Encontro. Borboletas na barriga. Sentir nervosa. Perder a noção. Telefonema. Esperar. Rever amiga. Passar noite na casa da amiga. Compartilhar novidades. Convidar amigo - SMS. Amiga dorme cedo, não conseguir dormir. Dormir 3h depois de sua amiga. (Consolo: música)
Sábado, 31 de Agosto, 2013
Acorda. Almoça. Casa. Física. Ansiedade. 19h pausa. Física. Ansiedade.
Arrumar.
Sai de casa. Encontro.
Açaí, risadas e coincidências.
Companhia, casa. Conversas aleatórias.
Despedida. Abraço... Abraço apertado. Sair do abraço. Beijo. Mais abraço. Sorrisos entre beijos e abraços. Despedida. Abraço e beijo. Despedida...
"Fiquei afim de você desde quando te conheci." "Você gosta de doido?" "Acho que sim."
"O Eric perdeu!"
Entra. Ajeita. 22:13 - SMS's.
(...)
Estava faminta e sonhando em comer pão de queijo e tomar um cappuccino, então fui até a cantina. Enquanto caminhava eu pensei "bem que eu poderia vê-lo hoje". E continuei o caminho viajando em outra dimensão até que cheguei na fila e peguei meu dinheiro. Comprei o pão de queijo e o cappuccino e sentei. Terminei de comer, mas ainda havia cappuccino eu resolvi ir andando até o ponto. Geralmente nunca olho muito para os lados quando estou andando, pois geralmente tenho olhar fixo e viajo (pra outra dimensão, hahaha). Mas não naquele dia. Eu olhei para o lado e eu o vi. Voltei uns passos e então ele me viu e sorriu. Nos cumprimentamos e ele disse que estava com pressa que iria comer algo rápido na cantina e perguntou se eu já estava indo embora. Eu disse que tava, mas que poderia acompanha-lo até a cantina. Ele disse que precisava ser rápido pois estava no meio de uma aula. Eu dei os primeiros passos em direção a cantina e disse "então, vamos!". Chegamos lá a fila estava enorme e eu perguntei se ele iria enfrenta-la. "Eu preciso, preciso colocar algo no estômago não como nada desde uma hora da tarde" (eram seis da noite) ele disse. "Ah! Você precisa comer sim...". Então conversamos até que ele comprou uma coxinha. E fomos pra perto do prédio de física e continuamos a nos falar até que ele terminasse de comer. Depois nos despedimos e eu fiquei com o mesmo sorriso bobo que sempre rola após encontrá-lo.
Mandei uma mensagem quase dez da noite "Acho que tem algo errado, nos encontramos duas vezes em apenas uma semana. Hahaha"
Fofo foi ele ter agradecido por eu ter ido à cantina com ele e ter se preocupado se eu chegaria atrasada ou não.
Enfim. Mais tarde quando mamãe chegou ela perguntou o que eu tinha que eu estava rindo atoa.
O tema que eu quero abordar aqui hoje é sobre como eu comecei a gostar de matemática e física. As pessoas que me conhecem hoje devem achar que eu sempre gostei, mas isso não é verdade. Eu já odiei a matemática e a física. E isso fez com que eu questionasse: Por que as pessoas não gostam de matemática? Por que elas não gostam de física? E por que algumas pessoas toleram mais física do que a matemática?
Bem, primeiro contarei a minha história de vida... Tô brincando. Começarei pela matemática e depois pela física.
Vamos lá! Eu estava na sétima série e eu odiava matemática porque todo mundo dizia que era chata e que era difícil, então eu caia nessa "ah! não quero saber de matemática... é chata!". Mas eu não tinha tanta dificuldade com matemática, pelo que eu me lembro. Sempre gostei de ciências (sempre relacionada mais a biologia do que química e física) porque eu gosto de saber o porquê das coisas. Enfim, na minha sétima série entrou uma professora nova que ela era muito mal humorada e tinha cara de cachaceira, pois é. A galera zoava muito ela, mas enfim... Foi nesse ano que as coisas começaram a complicar porque entrou a tal da equação de "Bhaskara" (que não é de Bhaskara). E aquilo era complicado de se entender ainda mais com uma professora que não estava disposta a ensinar direito. Pois bem, a minha sorte é que mamãe tinha um amigo que era professor de matemática e um dia ele veio aqui em casa me ensinar. E em menos de uma hora eu consegui entender a matéria e veio uma luz na minha cabeça e eu pensei "Cara, matemática é muito legal!". E aí enquanto minha mãe e o amigo dela conversavam eu ouvi ele dizer que eu tinha facilidade em aprender matemática e que eu peguei o jeito rapidinho. Quem fiquei muito feliz de saber disso? Hahahaha.Enfim, na escola os amiguinhos que não conseguiam entender me pediam ajuda porque eu havia aprendido e eu me sentia feliz em poder ajudá-los.
Quando chegou no primeiro ano entrou a física. Tá que na oitava série eu tive uma "introdução" ao que iríamos aprender em química e física, mas não foi grande coisa pra me fazer gostar ou não. E o primeiro professor que eu tive era louco, mas era gente boa. Porém ele largou antes que eu sentisse algo pela matéria. Entrou um professor que passava um monte de coisa no quadro e não explicava direito e aí o meu desinteresse foi total. Eu realmente falava "eu não gosto de física" não porque dessa vez eu via um monte de gente dizendo isso, mas porque eu não conseguia entender o porque a gente tava estudando aquilo, aquele monte de fórmula... De onde saíram? Quem inventou isso? Serve pra que na minha vida? Enfim... terminei o primeiro ano do ensino médio odiando física. Então, no segundo ano eu tive uma troca de professor. Era uma professora chamada Patrícia (já simpatizei com ela porque é o nome da minha mãe). E no segundo ano é o ano que é ensinado termodinâmica e óptica. E cara, ela já começou a aula perguntando o que era Física e explicou o que era e o que ela estudava... Aquelas palavras simplesmente entraram na minha mente e ficaram ecoando e eu comecei a pensar "ah, talvez física não seja tão ruim assim!". O que eu gostava nela é que ela aplicava a física ao dia a dia. E isso é muito importante. Na verdade é fundamental. Porque a maioria das pessoas que não gostam dessas matérias se perguntam "mas onde eu vou usar isso na minha vida?" e quando aplica-se no cotidiano fica mais simples de enxergar. Matemática e Física andam juntas e com ela nós podemos enxergar o Universo como ele realmente é. Podemos saber o porque o céu é azul, por exemplo.Agora voltando as questões de "Por que as pessoas não gostam de matemática? Por que elas não gostam de física? E por que algumas pessoas toleram mais física do que a matemática?"
1- Por que as pessoas não gostam de matemática?
Essa é uma pergunta complexa. Porque não tem apenas uma razão. Tanto que eu dei uma pesquisada pra ver se eu achava algo sobre o assunto. Um trecho do texto que eu li:
O que eu mais penso é que as pessoas já falam tanto que matemática é difícil e é chata que isso fica na cabeça de todo mundo. Tanto que a primeira experiência que eu contei foi sobre isso, eu ouvia todo mundo dizer o quão chata e difícil que eu não queria saber. No mesmo lugar que eu li a citação acima ele dá outras razões:O estudo revela que a dificuldade em Matemática é tida como natural, o que gera nos alunos insegurança e medo, às vezes não decorrente da falta de estudo, mas de terem assimilado ou aceitado a Matemática como algo realmente difícil e que somente quem tem aptidão consegue aprender.
As causas da rejeição à Matemática podem estar associadas aos alunos, considerando sua renda familiar, a escolaridade de seus pais, seus hábitos de estudos e às impressões que têm da Matemática e do professor. Conhecendo as principais causas é possível que se faça uma intervenção eficaz.E nessa outra parte ele fala da culpa poder ser do professor e eu também tive essa experiência. É claro que os pais influenciam e muito nisso. Minha mãe sempre pegou no meu pé pra eu estudar e tirar notas boas.
2- Por que as pessoas não gostam de física?
Eu acho que pelo mesmo motivo da matemática. Porque a física ela precisa da matemática como ferramenta para explicar como o Universo funciona.
3- E por que algumas pessoas toleram mais física do que a matemática?
Bem, é exatamente porque a física é uma demonstração de como as coisas acontecem. A física precisa da matemática, mas pelo fato dela explicar como tudo funciona as pessoas conseguem se interessar mais. Ou seja, ela é mais aplicável ao cotidiano do que a matemática. Apesar da matemática estar em exatamente tudo que você faz. O tempo todo você olha que horas são pra não chegar atrasado. Quando você tem um relacionamento sério com alguém você conta os mês e os anos que você está com aquela pessoa. Quando está muito frio ou muito quente você procura saber qual é a temperatura. As contas do mês. Você vai ao supermercado você precisa fazer um cálculo de quanto você pode gastar... Enfim, são muitas coisas.
O que quero dizer com isso é que não é pra ter medo ou ter raiva só porque alguém disse que você tem que temer ou não gostar. Primeiro experimente pra vê se você gosta ou não. Se o problema está no professor que não explica direito, tente conversar sobre a didática. Talvez se ele mudar pode ajudar.
É isso aí, pessoal! ;)
Fonte do texto: REJEIÇÃO À MATEMÁTICA: CAUSAS E FORMAS DE INTERVENÇÃO
Dedicado ao meu leitor assíduo: Mike.
Post totalmente aleatório.
Semana passada em uma noite sonhei que tinha achado um gato branco e filhote na rua e levava para casa pra cuidar.
Na mesma semana sonhei que eu adotava um morcego filhote. Hahaha e no sonho ele tinha uma mamadeira que eu poderia dar leite pra ele.
Essa semana eu comecei sonhando com casamento e acordei pensando na música "I'll be there for you" do Bon Jovi.
"I wish I was dead."
Pensa, pensa, pensa.
"Isso não tá certo, não posso fazer isso. Vou parecer idiota."
Escreve a mensagem... "Mando ou não mando?"
Aperta o botão enviar.
"Fuck! I shoudn't have done that."
Banho, música e pensamentos na mensagem. Se veste. Checa o celular para ver se recebeu alguma mensagem. Ansiedade.
Uma hora depois. Olha o celular de trinta em trinta segundos. "Please, send anything. Even a 'Thank you!'"
Ansiedade, ansiedade.
Assiste seriado. Sem concentração. A mente voa para outro lugar. Candy Crush. Dois homens e meio. Candy Crush. Conversa com amigos. Músicas depressivas. Ansiedade, ansiedade, ansiedade, ansiedade...
Dorme.
Acorda. Checa o celular. Nada! Whatsapp, ignora. Afastar. Deliga celular.
Liga novamente, nada! Ansiedade, raiva, estupidez.
Deita. Filme, 'Side Effects'. Acaba. "O que fazer?"
Termina de ver documentário. Candy Crush.
"Você tem que levar o Pupi pra passear!!"
Troca de roupa. Sai e tem planos para um longo passeio, sentir o vento batendo na cara. Dar volta no quarteirão. Subir depois descer.
Cachorro na coleira. Abre a porta. Rua. Sensação de liberdade. Desliga.
Vento forte. Pingos leves. Pingos fortes. Chuva. Árvore. Forte. Corre. Casa. Chuva para.
Choro.
"This is some joke? Are you fucking kidding me?" Tears going down.
Facebook. Twitter. Blog.
"But something happened
For the very first time with you
My heart melted to the ground
Found something true
And everyone's looking around
Thinking I'm going crazy"
Estou me sentindo muito gay hoje. E não pensar direito é saber que vai dar merda e mesmo assim você faz.que fiz uma burrada muito grande. Fazer coisas sem
Como eu havia dito no post anterior que esse seria sobre como eu conheci o meu amigo do ônibus. E aí vai...
Em um dia de verão eu tinha ido à biblioteca estudar para o vestibular. Estava estudando para as discursivas (física e matemática) e nesse dia eu tinha colocado que história tantas horas pra física e depois matemática. Então subi as escadas e fui para o cantinho que tinha ventilador, pois a biblioteca é um lugar muito quente no verão. Estudei primeiro física e enquanto eu estudava apareceu um cara loiro, olhos claros, usava óculos e sentou na mesa de frente para a minha e percebi que ele olhava algumas vezes para a minha mesa. Depois peguei o livro de matemática para estudar geometria analítica. Mas vi que havia "desperdiçado" muito tempo estudando física e faltava 30 minutos para o meu momento de estudo acabar.
Então o menino do outro lado da mesa fechou os livros, e eu pensei "puxa! ele está indo embora" e por quê diabos eu pensei nisso? Não sei! Hahaha. Mas então quando ele levantou eu vi que na camisa dele tava escrito "Física" e entendi o porque ele olhava para a minha mesa toda hora. Então ele veio na minha direção e parou do meu lado e puxou assunto comigo. Perguntando sobre tudo relacionado ao que eu fazia naquele momento (estudos) e eu expliquei que iria prestar vestibular pra engenharia, mas que a física me fazia brilhar o olhos e ele me deu uns conselhos. Ele perguntou coisas pessoais como por exemplo, onde eu morava e quando eu disse descobri que ele mora no bairro vizinho do meu. Ele me falou um pouco sobre ele também. Achei ele um cara muito legal. E então ele se despediu de mim e eu continuei a estudar.
Quando deu o horário eu ia na cantina com a minha amiga, quando nos encontramos contei a ela sobre o "carinha da física" e logo depois eu esbarrei com ele de novo e ele ficou conversando um pouco com a gente e depois foi para a aula. Minha amiga ficou perturbando a minha mente falando que era bonito e blablabla.
Enfim, essa é a história de como eu o conheci., como eu disse é curto, mas foi engraçado. Fazer um amigo na biblioteca.
Então o menino do outro lado da mesa fechou os livros, e eu pensei "puxa! ele está indo embora" e por quê diabos eu pensei nisso? Não sei! Hahaha. Mas então quando ele levantou eu vi que na camisa dele tava escrito "Física" e entendi o porque ele olhava para a minha mesa toda hora. Então ele veio na minha direção e parou do meu lado e puxou assunto comigo. Perguntando sobre tudo relacionado ao que eu fazia naquele momento (estudos) e eu expliquei que iria prestar vestibular pra engenharia, mas que a física me fazia brilhar o olhos e ele me deu uns conselhos. Ele perguntou coisas pessoais como por exemplo, onde eu morava e quando eu disse descobri que ele mora no bairro vizinho do meu. Ele me falou um pouco sobre ele também. Achei ele um cara muito legal. E então ele se despediu de mim e eu continuei a estudar.
Quando deu o horário eu ia na cantina com a minha amiga, quando nos encontramos contei a ela sobre o "carinha da física" e logo depois eu esbarrei com ele de novo e ele ficou conversando um pouco com a gente e depois foi para a aula. Minha amiga ficou perturbando a minha mente falando que era bonito e blablabla.
Enfim, essa é a história de como eu o conheci., como eu disse é curto, mas foi engraçado. Fazer um amigo na biblioteca.
Mais um dia cansativo após faculdade. Saí as 21h45min e pensei "Mas que droga! vou ter que esperar pelo próximo ônibus pelo menos 20 minutos". Andei pelos corredores da faculdade viajando como sempre e um colega de sala perguntou "Você tá bem?", "Sim, estou normal..." e então ele continuou andando rápido e desci todas as escadas e cheguei até a entrada da faculdade. Fiquei parada para ver se acharia uma amiga e mandei mensagem no whatsapp e novamente pensei sobre a demora que seria para vir o próximo ônibus. Pensei em até mesmo ficar ali na frente parada pra esperar, mas simplesmente fui para o ponto, mesmo sabendo que mofaria ali.
Quando decidi que eu iria pegar meus fones de ouvido eu vi uma agitação da galera que estava no ponto, quem estava sentado levantou. E eu vi que era o 605 que se aproximava. Larguei o fone dentro da bolsa e peguei apenas o meu cartão de passe. Assim que eu subi todos os degraus do ônibus vi que tinha uma pessoa que eu conhecia lá. Meu coração teve um aumento de pulsação por minuto, com certeza. Fiquei ansiosa para passar logo, mas o transporte estava cheio e tinha algumas pessoas na minha frente.
Depois que ele me viu e reconheceu ele deu um sorriso. Fiquei de pé ao lado dele e logo no outro ponto a mulher que estava ao lado dele desceu e eu pude sentar. Conversamos basicamente sobre os nossos cursos (ele faz física e eu engenharia). Ele foi uma pessoa que me deu muito apoio para escolher o que fosse melhor e quando soube da minha bolsa ele ficou super feliz e falou que poderia ajudar para o que eu precisasse.
Enfim, eu fui me despedir porque eu desço um ponto antes dele e então quando eu fui abraça-lo pra me despedir, ele disse "Eu vou descer também.". Então eu disse "Mas eu pensei que você descesse no próximo..." "Eu desço, mas posso descer aqui também.". Descemos e ficamos conversando por um tempo na esquina e falamos sobre seriado e sobre eu precisar de ajuda em cálculo e ele poderia me ajudar. E ele citou um "podíamos marcar de fazer alguma coisa, comer, sei lá, a gente mora tão perto, mas as chances de nos vermos é tão pouca." eu disse "verdade, a ultima vez que eu te vi foi aquele dia, exatamente aqui." ele "ah, aquele dia que eu estava semi nu, voltando da praia, sujo de areia e suado?" - ele riu. Eu soltei uma gargalhada e disse "sim, esse dia mesmo".
Em seguida, nos despedimos e eu disse que deveríamos marcar de nos ver mesmo. Quando eu me virei para ir para casa eu senti que fiz uma cara de muita felicidade. E subi o morro com um sorriso muito feliz. Mas quando eu cheguei e lembrei das possibilidades de reencontro serem baixíssimas, já que a ultima vez que eu o vi foi no verão e agora estamos no inverno, eu meio que desanimei. O que valeu para o meu dia pelo menos foi reencontra-lo aleatoriamente.
Acho que nunca escrevi como eu o conheci, penso que daria uma boa história (é rápida, mas é engraçada). Provavelmente o próximo post será sobre como eu o conheci.
Quando decidi que eu iria pegar meus fones de ouvido eu vi uma agitação da galera que estava no ponto, quem estava sentado levantou. E eu vi que era o 605 que se aproximava. Larguei o fone dentro da bolsa e peguei apenas o meu cartão de passe. Assim que eu subi todos os degraus do ônibus vi que tinha uma pessoa que eu conhecia lá. Meu coração teve um aumento de pulsação por minuto, com certeza. Fiquei ansiosa para passar logo, mas o transporte estava cheio e tinha algumas pessoas na minha frente.
Enfim, eu fui me despedir porque eu desço um ponto antes dele e então quando eu fui abraça-lo pra me despedir, ele disse "Eu vou descer também.". Então eu disse "Mas eu pensei que você descesse no próximo..." "Eu desço, mas posso descer aqui também.". Descemos e ficamos conversando por um tempo na esquina e falamos sobre seriado e sobre eu precisar de ajuda em cálculo e ele poderia me ajudar. E ele citou um "podíamos marcar de fazer alguma coisa, comer, sei lá, a gente mora tão perto, mas as chances de nos vermos é tão pouca." eu disse "verdade, a ultima vez que eu te vi foi aquele dia, exatamente aqui." ele "ah, aquele dia que eu estava semi nu, voltando da praia, sujo de areia e suado?" - ele riu. Eu soltei uma gargalhada e disse "sim, esse dia mesmo".
Em seguida, nos despedimos e eu disse que deveríamos marcar de nos ver mesmo. Quando eu me virei para ir para casa eu senti que fiz uma cara de muita felicidade. E subi o morro com um sorriso muito feliz. Mas quando eu cheguei e lembrei das possibilidades de reencontro serem baixíssimas, já que a ultima vez que eu o vi foi no verão e agora estamos no inverno, eu meio que desanimei. O que valeu para o meu dia pelo menos foi reencontra-lo aleatoriamente.
Acho que nunca escrevi como eu o conheci, penso que daria uma boa história (é rápida, mas é engraçada). Provavelmente o próximo post será sobre como eu o conheci.
Uma amiga minha me viciou nessa música e resolvi fazer uns quadrinhos:
Eu gostei mais do preto e branco, mas eu fiz das duas formas. :P
Acontece que esse ano eu ganhei uma bolsa pra engenharia elétrica e eu fiquei muito feliz, todos da minha família ficaram muito felizes por mim... Porque sabem que engenheiro tem um bom sálario.
Porém nessa semana (eu dou monitoria de matemática no pré vestibular que eu fazia) fui na UFES e passei pelo prédio de física e revi uma amiga que fazia elétrica comigo, mas que abandonou pra ir pra física - licenciatura, porque é o que ela quer de verdade. E cara, conversar com ela e falar sobre o curso, toda aquela confusão voltou novamente... A vontade de fazer Física voltou, mas tudo entre em cheque... Pressão de ter um futuro mais incerto, e se eu realmente quiser fazer física, como vou falar pra todo mundo? As pessoas me chamariam de louca... Abandonar uma coisa que seria mais certo pra fazer algo que não é. E com certeza isso seria pelo salário que um oferece e o outro não. Algumas pessoas que eu conversei, algumas me apoiam, outras falam pra eu não fazer isso porque seria loucura, outras falam pra eu pesquisar mais pra eu ter certeza do que eu quero. As que não apoiam tem o argumento de: você vai ser rica com a engenharia. As que apoiam usam de: você tem que fazer o que você ama e assim será bem sucedida. Enfim, o que fazer?! Não sei...
Agora, o que esse vídeo tem haver com o que eu disse? Bem, a primeira vez que eu assisti essa entrevista foi em Janeiro e eu pensava seriamente em prestar vestibular pra física. Mas por algum motivo eu não tentei (SAD). E agora com essas dúvidas eu resolvi assistir de novo. E cara, o Feynman fala tão feliz, com amor... Que me arrependo amargamente de não ter começado física... Ahhhh! Escolhas e mais escolhas... Cada vez fica mais difícil fazer uma escolha e ter medo de se arrepender...
(Correção do desenho: Toilets***)
Hoje fui ao Rock Burguer aqui em Vitória com uns amigos, foi aniversário de um conhecido. Até que chegando (atrasada) fomos procurar o pessoal que já havia chegado. Quando sentei a primeira coisa que fiz foi procurar no cardápio o que queria comer. Após isso, eu não conhecia maioria das pessoas e na minha frente tinha meu amigo, mas que estava acompanhado, ou seja, fiquei meio que forever alone. Então enquanto conversava no whatsapp com um amigo, eu também reparava no ambiente, já que era a primeira vez que eu ia comer lá. Reparei que uma mesa "perto" da nossa tinha um pessoal diferente, e quando eu reparei vi que eles conversavam em inglês. E então reparei nesse cara que "OMG! He's cute!" e acho que na hora eu pensei "He is so gorgeous!". Enfim, a partir daí eu não parei de olhar pra ele, sério!
Teve uma hora que ele passou do meu lado - pois ele precisava passar do lado da minha mesa para ir ao banheiro. Eu louca do jeito que sou - nem tanto - fui ao banheiro também. Me ajeitei, lavei as mãos (pra que eu não sei) e sai, na hora que eu sai, ele também estava saindo do banheiro e aí ele olhou pra mim, coisa de 3 segundos e ele perto de mim, vi o quanto ele era alto eu soltei um "hooo" estilo o que a Amy soltou quando apertou a mão do Zack em The Big Bang Theory. Ah, isso é porque eu adoro caras altos. E tipo, ele é totalmente o meu estilo de cara - pelo menos de aparência. Enfim, fomos para nossa mesa. E de lá eu fiquei encarando ele a noite toda. Durante a noite toda, nossos olhares se esbarram umas duas vezes.
Quando estavamos levantando pra ir embora, ele se levantou para ir ao banheiro, mas parou para conversar com um pessoal que estava na outra mesa. E aí o meu amigo que ia me dar carona foi ao banheiro e estavamos esperando ele (eu e a menina que estava acompanhando ele), então ela também foi ao banheiro e eu fiquei sozinha, desejando que ele passasse perto de mim pra eu dizer algo... Mas então meu amigo voltou e eu falei que a moça havia ido ao banheiro. Então o rapaz que eu tinha observado a noite toda estava indo ao banheiro e soltou um "excuse me". Um outro amigo nosso apareceu e conversou com o meu amigo. Saí de perto para observar os quadros na parede do estabelecimento - tinha um quadro dos beatles. E aí o gringo passou perto de mim novamente e eu sorri pra ele e ele sorriu pra mim sem graça. Como eu queria ter sido corajosa e ter dito qualquer coisa do tipo "Hi", "Hey" "hi..llo" "I can speak in English" "My name is Pamela, you can call me Pam" "how are you?" "What's your name?" I don't know.. I could say anything... mas eu travei e só deixei ele passar e voltar pra mesa dele. Foi então que eu vi a menina voltando do banheiro e pensei "é, hora de ir". Fiquei triste, de fato.
Ser tímida é um saco! Eu poderia ter falado com ele. :(
Essa música diz exatamente tudo o que eu estava sentindo até o domingo passado. Até que eu acabei com a agonia que eu sentia. Eu ainda me sinto muito triste pelo o que aconteceu, mas infelizmente era isso que tinha que ser feito. Sinto muita falta e é tudo o que tenho pra dizer.
Eu nao sou uma pessoa que sabe expressar sentimento pelas pessoas que eu mais amo e as mais importantes para mim. Isso me faz sentir pessima. Eu queria conseguir demonstrar o que sinto. Mas quando se trata das pessoas que eu me importo e demonstrar sentimentos, eu sinto medo de demonstrar demais e parecer que estou sufocando, e talvez, isso acaba me afastando de quem e importante e especial pra mim.
Medo, ao mesmo tempo que e um sentimento que e necessario, em outros momentos deve ser evitado, porque se perde tanto por agir como um covarde (acredito que eu tenha perdido muitas coisas que poderiam ter sido legais -ou nao- por causa de medo). Sabe, temos que nos arriscar as vezes. Ficar parado na mesma nao traz evolucao, nao traz novas experiencias...
Conheco pessoas que tem medo de arriscar por medo, medo de sofrer e se magoar, mas a vida e isso, ne?! E e para isso que temos familia e amigos, quando voce estiver mal, eles estarao ao nosso lado para nos levantar, e ajudar a seguir em frente.
Sou o tipo de pessoa que gosto de ajudar, gosto de ouvir as pessoas, sinto prazer nisso. Gosto muito, tambem, de ver as pessoas rindo, entao eu tento ser um pouco palhaca.
Onde eu quero chegar com esse texto - cliche - ?
Tenho passado por algo chato por causa do medo de outra pessoa. Me interessei por alguem que passou por muitas coisas e esta magoado e totalmente fechado. Creio que seja por medo, medo de magoar novamente. Eu tento me aproximar, mas existe uma barreira e que ele so se afasta de mim, talvez seja inconsciente -ou nao-, eu nao sei. Mas isso me faz refletir o quao ruim pode ser isso.
Todos devemos aproveitar a vida e tentar ser feliz, sem medo de se machucar, porque isso vai acontecer. Mas e so lembrar das pessoas que voce pode contar, se acontecer algo, elas estarao la para te apoiar...
O texto soa cliche, mas a vida e um cliche. Onde todo mundo e feliz, mas sofre tambem, faz parte.
O que importa e nao deixar de aproveitar!
Desculpa, mas faz um longo tempo sem escrever, e isso e mais por desabafo.
Bem, faz um tempao que nao atualizo meu blog, por motivos obvios: Sem inspiracao, sem muito tempo por causa da faculdade...
ah, entao quer dizer que eu tive inspiracao?! Na verdade, nao. Mas apos assistir ao seriado "Awkward" da MTV eu realmente vi que nao preciso disso, apenas escrever, desabafar. Ainda mais que ninguem lera.
Enfim, proxima postagem, sera de algo interessante (ou nao).
Obs.: desculpe-me os erros, mas estou digitando no tablet e nao tem acento nenhum. x_x
_______________________________________________________________________________________
(English)
Well, it's been a long time I didn't post anything in my blog, obvious reasons: no inspiration, no time because of my study (I'm in college)...
So where did come it? Is it inspiration? No, not really. But after I've watched the TV show "Awkward" from MTV where the girl (Jenna) writes about her life in a blog. So I'll write even without a inspiration, just write, no one reads my blog, anyway...
So, next post, I'll write something interesting (or not).
ah, entao quer dizer que eu tive inspiracao?! Na verdade, nao. Mas apos assistir ao seriado "Awkward" da MTV eu realmente vi que nao preciso disso, apenas escrever, desabafar. Ainda mais que ninguem lera.
Enfim, proxima postagem, sera de algo interessante (ou nao).
Obs.: desculpe-me os erros, mas estou digitando no tablet e nao tem acento nenhum. x_x
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(English)
Well, it's been a long time I didn't post anything in my blog, obvious reasons: no inspiration, no time because of my study (I'm in college)...
So where did come it? Is it inspiration? No, not really. But after I've watched the TV show "Awkward" from MTV where the girl (Jenna) writes about her life in a blog. So I'll write even without a inspiration, just write, no one reads my blog, anyway...
So, next post, I'll write something interesting (or not).
Uma música boa para ouvir enquanto olha o céu noturno e contempla as estrelas.
"Trânsito maldito!" Pensei ao descer do ônibus quando vi que já eram mais de seis horas da noite e minha aula começaria as seis e quarenta. "Queria tanto ter estudado um pouco, antes da aula começar". Decidi passar na cantina para comprar algo pra tomar, quem é que suporta esse clima sem tomar algo refrescante?!
Pedi um refrigerante, peguei-o e me sentei em um dos banquinhos para esperar a hora passar até dar o meu horário de aula. Enquanto tomava o refrigerante, também ouvia música e observava as pessoas que passavam de um lado para o outro. Observei o céu algumas vezes. Único bom do verão é o céu.
Mas estava perfeito demais para ser um dia que chamo de meu. Olhei para um rapaz que me pareceu muito bonito, sim, ele era lindo! Não era baixo, mas também não alto demais. Cabelo castanho que iam até os ombros. Barba e olhos castanhos. A roupa que usava não tinha nada de especial, mas estava bem vestido, blusa simples, bermuda e um tênis. E então quando passou perto de mim, percebi que ele me olhava também. Continuei a encará-lo, até que, para minha sorte, eu derramo meu refrigerante! "Que droga, cara! Por que eu tenho que ser tão desastrada?" Eu pensei, após ter desfeito o contato visual. Aliás, nem quis mais olhar depois dessa gafe. Apenas me limpei e ri sozinha.
Como há muito tempo não escrevo nada no blog, por falta de tempo e inspiração, descreverei algumas partes de dias aleatórios em que peguei-me pensando sobre física no dia-a-dia.
OBS.: São apenas as experiências que me lembro, mas com certeza existem outras, principalmente as que envolvem a parte de termodinâmica (dilatação, calor).
Uma vez eu estava dormindo e acordei por causa dos barulhos que vinham de fora da minha casa. Meu vizinho em obras (que são intermináveis) e de uma escola que tem aqui perto, creio que na escola havia algum campeonato de futebol, ou sei lá. De qualquer maneira toda essa barulheira me acordou. Fechei a janela e me deitei novamente. Mas enquanto eu tentava dormir comecei a imaginar as ondas mecânicas do som "entrando" através de outros "buracos" que minha janela tem e da bascula do banheiro, e até mesmo, aquelas ondas que conseguem atravessar do meio do ar para o vidro, comecei a pensar em refração. E enquanto eu imaginava isso, de olhos fechados, eu realmente conseguia visualizar todas as ondas na minha mente, como se fosse um filme de ficção científica. E por fim, perdi o sono.
Sexta-feira passada (07/12/12) cheguei em casa eram dez horas e alguns minutos - não me lembro pra ser exata. Peguei meu cachorro pra dar uma volta e aproveitei pra comprar cachorro quente. Cheguei até a barraquinha pedi meu cachorro quente e observava o rapaz enquanto preparava meu lanche, mas sem prestar muita atenção, estava olhando e viajando, como sempre. Ele me perguntou se era pra comer ali mesmo ou se eu iria levar pra casa, respondi que era pra levar. Ele começou a girar a sacolinha eu imaginei um eixo em que ele girava em torno para que as coisas que estavam no cachorro quente não saísse, pensei no torque... momento... Ri sozinha. Voltei pra casa rindo pensando na física, em como ela é maravilhosa e me diz o porquê.
E mais um momento de "inspiração" que veio enquanto acordava. Acordei e como de costume, fiquei enrolando na cama, senti algo gelado em mim e percebi que era uma moeda, mas como sou assustada, no mesmo momento em que encostei na moeda eu a empurrei e ela caiu no chão. Pensei na gravidade, força peso, logo pensei na energia mecânica potencial gravitacional. Imaginei também que se a moeda se chocasse com o chão, mas se continuasse rolando, teria a energia mecânica cinética ali mais a energia dissipativa, e entraria a força de atrito ali, faria com que a velocidade da moeda diminuísse... e finalmente o atrito venceria! E mais uma vez ri de mim mesma, e acordei com o desejo de aprender mais sobre essa ciência que continua a me explicar os fenômenos da natureza.
OBS.: São apenas as experiências que me lembro, mas com certeza existem outras, principalmente as que envolvem a parte de termodinâmica (dilatação, calor).
Sabe aqueles dias em que você olha pra uma pessoa e sente vontade de conversar com ela? Mas nem sabe como fará isso porque, provavelmente, essa pessoa te acharia louca. Fiquei durante um mês ou mais apenas observando essa pessoa, e sei lá, por alguma razão eu olhava e sentia que ele seria parecido comigo.
Um dia eu tive a brilhante ideia de lhe entregar um papel perguntando o nome, hahahaha. Cara, eu sofri pra entregar o papel, maldita timidez! Mas quando o fiz e olhei pra cara dele e ele tentando segurar o riso, nem sei explicar. Hahahaha. Depois que eu entreguei e cheguei em casa fiquei pensando no que diabos eu havia feito! hahaha.
Depois ele me devolveu o papel com o nome dele e perguntando como eu estava. Hahaha, mas quando ele me entregou nós conversamos um pouco. E no mesmo dia eu o procurei no twitter. \o/
Desde então, temos conversado bastante... O considero bem amigo. Porque com a passar do tempo vimos que eu estava certa, temos muitas coisas em comum. O que faz parecer que nos conhecemos a bem mais tempo do que de fato tem.
Enfim, é o aniversário dele hoje!
Posso dizer que ele é uma pessoa que tem um bom coração, sabe ser um grande amigo, não desejaria menos do que tudo de melhor pra ele. Que ele possa ser feliz, muito feliz! Que ele consiga decidir o que precisa ser decidido. Ahhhh! E que consiga realizar todas as metas que ele tenha estabelecido! Acredito que você vá ser um grande médico. :)
Acredito também que tudo vai dar certo e que se um dia na minha vida eu for ao Japão eu levarei você comigo! Hahahaha.
Seja feliz! Aproveite a vida! :)
Para se colocar um satélite em órbita, ele é levado, por meio de poderosos foguetes, até a altura h desejada. O valor de h varia muito de um satélite para outro, dependendo de uma série de fatores. Entretanto, a altura não deve ser inferior a cerca de 150km para que na região onde o satélite se movimenta, a atmosfera terrestre já esteja altamente rarefeita e, assim, a força de resistência do ar não perturbe o movimento do satélite.
Sendo atingida a altura desejada, o satélite, ainda por meio de foguetes, é lançado horizontalmente com uma velocidade v. A Terra exerce sobre o satélite uma força F, de atração, que alterará a direção da velocidade v, fazendo com que ele descreva uma trajetória curvilinea. Muitas pessoas pensam erroneamente, que naquela altura a força de atração da Terra sobre o satélite é nula ou desprezível. Se isto fosse verdade, o satélite, após laçado com velocidade v, continuaria a se mover em linha reta com esta velocidade, e não entraria em órbita em torno da Terra.
Para que a trajetória do satélite seja uma órbita circular em torno do centro da Terra, a velocidade horizontal v deverá ter um valor determinado. Isso porque a força F de atração da Terra deve proporcionar a força centrípeta necessária para este movimento.
Uma vez colocado em órbita e não existindo nenhuma pertubação, o satélite continuará girando, indefinidamente, em torno da Terra.
Fonte: Livro de física, volume 1, ensino médio. (Antônio Máximo Ribeiro Luz e Beatriz Alvarenga Álvares). 2008.
Sendo atingida a altura desejada, o satélite, ainda por meio de foguetes, é lançado horizontalmente com uma velocidade v. A Terra exerce sobre o satélite uma força F, de atração, que alterará a direção da velocidade v, fazendo com que ele descreva uma trajetória curvilinea. Muitas pessoas pensam erroneamente, que naquela altura a força de atração da Terra sobre o satélite é nula ou desprezível. Se isto fosse verdade, o satélite, após laçado com velocidade v, continuaria a se mover em linha reta com esta velocidade, e não entraria em órbita em torno da Terra.
Para que a trajetória do satélite seja uma órbita circular em torno do centro da Terra, a velocidade horizontal v deverá ter um valor determinado. Isso porque a força F de atração da Terra deve proporcionar a força centrípeta necessária para este movimento.
Uma vez colocado em órbita e não existindo nenhuma pertubação, o satélite continuará girando, indefinidamente, em torno da Terra.
Fonte: Livro de física, volume 1, ensino médio. (Antônio Máximo Ribeiro Luz e Beatriz Alvarenga Álvares). 2008.
I just hate myself.
- Você sabe que tá me devendo abraços dos dias que eu não te vi, não sabe?
- Hahahaha, não sei não.
- Mas agora você tá sabendo. (:
- E se eu não quiser?
- Ahhh poxa! Eu pensei que fosse funcionar... ><"
- Ahhh, tem o soco...
- Não... Você vai me dar um soco mesmo?
- Tente! - Ele sorri.
*Abraça*
*Ele abraça de volta*
Começamos a conversar...
*Enquanto ele fala, eu o abraço e deito no ombro dele*
*Depois olho para o rosto dele ainda abraçada*
- Ainda vou te dar mais um abraço antes de você descer.
- Até amanhã... talvez... É... até amanhã, tenho aula importante.
*Abraça*
- Tchau.
- Tchau. *-*
Qualquer outra pessoa já teria parado de falar comigo, mas você não é qualquer outra pessoa, você continua sendo meu amigo. Eu queria muito entrar na sua mente e saber o que você pensa sobre tudo isso, apenas te conhecer mais... As vezes penso em deixar tudo de lado, mas quando eu te vejo, quando nós conversamos eu penso que eu ainda posso tentar mais um pouco.
Paula chegou em casa pegou o que tinha pra comer, esquentou um macarrão, receita muito boa que sua mãe havia pegado com umas tias de Minas. Enquanto comia estava pensando em Rafael, no abraço de ontem, que ele mesmo tinha abraçado mais forte, talvez ele não tenha percebido ou talvez fosse a imaginação dela, mas ela sentiu isso. E ela estava pensando naquela mesma noite no beijo no rosto que ela deu nele e no abraço em que eles trocaram que fez com o que o cheiro dele ficasse nela...
Paula está quase caindo no sono e não consegue parar de pensar em Rafael por causa do cheiro que todo hora a faz lembrar dele.
I wish I could be a different person. I wish I could be less intense...
I wish I couldn't fell in love about you...
I wish so many things.
Eu queria realmente não ser assim com você. Sei lá, eu queria saber o que você pensa quando eu digo certas coisas pra você... Eu queria não falar essas coisas, as vezes penso que estou exagerando e que deveria parar. Mas quando eu te vejo eu simplesmente tenho vontade de dizer algumas coisas que estão dentro da minha cabeça... E as vezes sinto que nem penso ao dizê-las... Tanto que só depois eu paro e penso "por que diabos eu disse isso? agora ele nunca mais vai falar comigo". E então do nada, eu te vejo e você continua do mesmo jeito que sempre é comigo. Você é um tanto intrigante, você realmente tem algo diferente, e eu gosto muito disso. Acho que seria impossível não estar apaixonada por você...
I wish I couldn't fell in love about you...
I wish so many things.
Eu queria realmente não ser assim com você. Sei lá, eu queria saber o que você pensa quando eu digo certas coisas pra você... Eu queria não falar essas coisas, as vezes penso que estou exagerando e que deveria parar. Mas quando eu te vejo eu simplesmente tenho vontade de dizer algumas coisas que estão dentro da minha cabeça... E as vezes sinto que nem penso ao dizê-las... Tanto que só depois eu paro e penso "por que diabos eu disse isso? agora ele nunca mais vai falar comigo". E então do nada, eu te vejo e você continua do mesmo jeito que sempre é comigo. Você é um tanto intrigante, você realmente tem algo diferente, e eu gosto muito disso. Acho que seria impossível não estar apaixonada por você...
Ele se sentou ao lado dela, tremendo de frio, ela também estava com muito frio.
- Olha só, estamos combinando hoje! (Os dois usavam blusa de frio cinza).
E ele sorriu, e mais uma vez ela - apesar do frio - se derreteu. Ah, ela queria abraçá-lo e ficar abraçada até a hora que ele fosse embora ou apenas segurar as mãos dele. Se isso acontcesse, seria como um sonho.
Ele pegou a carta que ela havia escrito pra ele na segunda e resolveu responder ali mesmo. Depois ele mostraram música um para o outro.
"Ahhhh o tempo passa tão rápido" - Pensou Paula ao ver que já estava quase chegando na hora dele descer.
Paula disse:
- Abracinho? - Mas ela queria dizer, me dá um super abraço? x_x
Eles se abraçaram e ele foi.
Paula chegou em casa e mandou sms pra sua melhor amiga e disse que tinha visto ele mais uma vez; E por fim, não querendo admitir, "acho que estou ficando apaixonada" e a amiga dela responde: "você acha? eu já sei disso há séculos!".
Paula pensa na conversa que elas tiveram e só pensou: "É estou ferrada!"
- Para vir do Sol à Terra, a luz gasta cerca de 8 minutos; podemos, então, dizer que a distância Terra-Sol é de 8 minutos-luz. Isto significa que, quando ocorre uma explosão na superfície do Sol, somente após 8 minutos os astrônomos podem observá-la aqui na Terra;
- A estrela visível a olho nu mais próxima da Terra é a estrela alfa da contelação do Centauro. Sua distância até nós é de 4,2 anos-luz. Portanto, a luz gasta 4,2 anos para vir da alfa do Centauro até a Terra. Sendo assim, quando olhamos para essa estrela, nós a estamos vendo como ela era 4,2 anos atrás!;
- Os astrônomos verificaram que as estrelas encontram-se agrupadas em enormes alomerações, denominadas galáxias. Cada uma dessas galáxias é constituída por muitos bilhões de estrelas. O nosso sistema solar, por exemplo, pertence a uma galáxia denominada Via-láctea, cujo diâmetro vale cerca de 100000 anos-luz.
- Pelos cientistas é muito grande (avalia-se que existem mais galáxias no Universo que habitantes na Terra). Uma das mias próximas da Via-láctea é a galáxia (ou nebulosa) de Andrômeda. Os astrônomos conseguiram determinar nossa distância até Andrômeda e verificaram que ela é de, aproximadamente, 2 milhões de anos-luz! Portanto, se subitamente todas as estrelas dessa galáxia se extinguissem, somente após 2 milhões de anos esse fato seria percebido aqui na Terra;
Fonte: Livro de física, volume 2, ensino médio. (Antônio Máximo Ribeiro Luz e Beatriz Alvarenga Álvares). 2008.
- A estrela visível a olho nu mais próxima da Terra é a estrela alfa da contelação do Centauro. Sua distância até nós é de 4,2 anos-luz. Portanto, a luz gasta 4,2 anos para vir da alfa do Centauro até a Terra. Sendo assim, quando olhamos para essa estrela, nós a estamos vendo como ela era 4,2 anos atrás!;
- Os astrônomos verificaram que as estrelas encontram-se agrupadas em enormes alomerações, denominadas galáxias. Cada uma dessas galáxias é constituída por muitos bilhões de estrelas. O nosso sistema solar, por exemplo, pertence a uma galáxia denominada Via-láctea, cujo diâmetro vale cerca de 100000 anos-luz.
- Pelos cientistas é muito grande (avalia-se que existem mais galáxias no Universo que habitantes na Terra). Uma das mias próximas da Via-láctea é a galáxia (ou nebulosa) de Andrômeda. Os astrônomos conseguiram determinar nossa distância até Andrômeda e verificaram que ela é de, aproximadamente, 2 milhões de anos-luz! Portanto, se subitamente todas as estrelas dessa galáxia se extinguissem, somente após 2 milhões de anos esse fato seria percebido aqui na Terra;
Fonte: Livro de física, volume 2, ensino médio. (Antônio Máximo Ribeiro Luz e Beatriz Alvarenga Álvares). 2008.
- Então, abraço?
- Sim.
*Abraça*
"OMG! Eu não quero soltar :(
Que abraço bom!"
*Ele solta, continuo abraçando*
"Ahhh! eu tenho mesmo que soltar? Tenho, okay!"
*Solta*
- Até amanhã... ah não, até segunda!
- É, até! :(
- Tchau!
- Tchau!
*Vira, põe fones no ouvido e sorri para o nada.*
- Sim.
*Abraça*
"OMG! Eu não quero soltar :(
Que abraço bom!"
*Ele solta, continuo abraçando*
"Ahhh! eu tenho mesmo que soltar? Tenho, okay!"
*Solta*
- Até amanhã... ah não, até segunda!
- É, até! :(
- Tchau!
- Tchau!
*Vira, põe fones no ouvido e sorri para o nada.*
Paula pensava que não o veria hoje, de novo.
Mas por alguma "sorte" ela conseguiu o encontrar.
Ela entrou e já procurava por ele, quando ela o viu, ele estava rindo. Paula ficou ao lado dele. Sem querer ela soltou um "ai meu coração", depois que ela percebeu o que falou desejou que ele não tivesse percebido que tenha sido por ter conseguido vê-lo. Ela estava tremendo e com o coração acelerado.
Eles começaram a conversar e depois até a amiga dela entrou no meio da conversa.
Quando ela sentou ao lado dele entregou a carta, ele ia abri-la, mas Paula disse que não - ela queria poder ver a reação dele, contudo tinha medo de como ele poderia reagir. Então ela começou a repará-lo mais do que ela tinha o costume de fazer.
Tão perto... e ao mesmo tempo que conversavam um turbilhão de pensamentos...
A voz dele é tão suave e calma... o som da sua risada é agradável também.
Em falar em sorriso, ela acha o sorriso dele lindo.
Paula reparou melhor em seus olhos, ela gosta do tom castanho que tem os olhos dele.
É, ela gosta de conversar com ele, ela gosta do estilo dele...
Será que ela já havia sido cativada?
Ela não queria isso, não agora. Mas ela sabe que essas coisas acontecem quando nós menos esperamos.
Enfim, ele tinha que descer... Quando ele disse tchau ela sentiu uma vontade enorme de abraçá-lo. Contudo ela achou melhor não fazê-lo. Foi para casa feliz...
A trilha sonora do dia foi "Santa Monica - Theory of a deadman", que a propósito ela descobriu a música por causa dele.
Mas por alguma "sorte" ela conseguiu o encontrar.
Ela entrou e já procurava por ele, quando ela o viu, ele estava rindo. Paula ficou ao lado dele. Sem querer ela soltou um "ai meu coração", depois que ela percebeu o que falou desejou que ele não tivesse percebido que tenha sido por ter conseguido vê-lo. Ela estava tremendo e com o coração acelerado.
Eles começaram a conversar e depois até a amiga dela entrou no meio da conversa.
Quando ela sentou ao lado dele entregou a carta, ele ia abri-la, mas Paula disse que não - ela queria poder ver a reação dele, contudo tinha medo de como ele poderia reagir. Então ela começou a repará-lo mais do que ela tinha o costume de fazer.
Tão perto... e ao mesmo tempo que conversavam um turbilhão de pensamentos...
A voz dele é tão suave e calma... o som da sua risada é agradável também.
Em falar em sorriso, ela acha o sorriso dele lindo.
Paula reparou melhor em seus olhos, ela gosta do tom castanho que tem os olhos dele.
É, ela gosta de conversar com ele, ela gosta do estilo dele...
Será que ela já havia sido cativada?
Ela não queria isso, não agora. Mas ela sabe que essas coisas acontecem quando nós menos esperamos.
Enfim, ele tinha que descer... Quando ele disse tchau ela sentiu uma vontade enorme de abraçá-lo. Contudo ela achou melhor não fazê-lo. Foi para casa feliz...
A trilha sonora do dia foi "Santa Monica - Theory of a deadman", que a propósito ela descobriu a música por causa dele.
Paula escreveu mais uma vez para Rafael. Só que desta vez não foi apenas um pequeno papel, mas sim uma carta.
Ah! O anoitecer, ela gosta quando anoitece, sempre há a esperança de vê-lo mais um dia.
Mas não foi o que aconteceu.
Paula sentou, cansada... Esperando ansiosamente para que o visse, mas ele não apareceu.
"Ah! Que pena! Eu queria que ele lesse a carta que eu escrevi... Mas talvez eu não deva entregar."
Paula pensa em mil em uma coisas, e todas negativas, é claro. Todas as alternativas davam: você não deve entregar nada! Pare de encher o pobre menino. Pensou também sobre o que estava escrito, talvez ela realmente se sentisse daquela maneira. E então ela pensa no refrão da música "The Cranberries - Linger".
Ok. Seus pensamentos se calaram por um instante deixando espaço apenas para a música que ouvia...
Ah! O anoitecer, ela gosta quando anoitece, sempre há a esperança de vê-lo mais um dia.
Mas não foi o que aconteceu.
Paula sentou, cansada... Esperando ansiosamente para que o visse, mas ele não apareceu.
"Ah! Que pena! Eu queria que ele lesse a carta que eu escrevi... Mas talvez eu não deva entregar."
Paula pensa em mil em uma coisas, e todas negativas, é claro. Todas as alternativas davam: você não deve entregar nada! Pare de encher o pobre menino. Pensou também sobre o que estava escrito, talvez ela realmente se sentisse daquela maneira. E então ela pensa no refrão da música "The Cranberries - Linger".
Ok. Seus pensamentos se calaram por um instante deixando espaço apenas para a música que ouvia...
Arnaldo era o chefe da casa. Ele era alto, gordo, com apenas uns fiapos loiros em sua cabeça, que por sinal é desproporcional ao corpo. O olhos dele eram azuis (seu pai era alemão). Dentes tortos. Quase sempre andava desarrumado e sujo, não porque queria ou por preguiça, mas porque tinha um pequeno negócio em sua garagem, ele era mecânico.
Amélia, mulher de Arnaldo, também era alta, magérrima com aparência de uma pessoa raquítica. Seu cabelo era preto, cheio e curto. Olhos negros e vibrantes. Seu sorriso era encantador.
Eles tinham uma rotina diária. Quando acordavam cedo e iníciavam suas tarefas. Ele ia para a garagem trabalhar e ela fazia serviços domésticos na casa do vizinho para ajudar nas despesas da casa. ele só parava de trabalhar ao cair da noite, após ela já ter terminado de arrumar a casa e preparado o jantar.
Os jantares da família Barbosa costumavam ser silenciosos, na verdade, se tornaram ao longo dos dez anos de casamento, principalmente depois da notícia trágica de que Amélia era estéril. Arnaldo tinha aspecto de ogro, mas, na verdade, tinha um coração mole e seu maior sonho era ter filhos. Amélia se sente culpada e sofre calada.
As únicas palavras que eles trocam hoje em dia são: "bom dia", "como foi seu dia?", "bom e o seu?", "também." e "boa noite".
Tinha tudo pra ser um dia legal, mas aconteceram alguns imprevistos. Mas estou bem, espero que o dia de amanhã seja melhor. ^_^
OMG! he's here. I have to say something!
Maybe I should say "Hi, my name is Pam and about you?"
OMG, I'm so nervous and so shy. Why?
What can I do?
Hmm, maybe if I write in a paper...
Yes! That's it! I'll write in a paper...
*Writing*
*Folding the paper*
Now where's the courage? I don't think I'll do it! :(
OMG, it's almost his stop bus...
*Turning and giving the paper*
*He tries not laugh*
*He down the stairs*
And I'm anxious to the next day.
I don't know what will happen.
But it was funny!
I'm feeling Amélie Poulain.
Maybe I should say "Hi, my name is Pam and about you?"
OMG, I'm so nervous and so shy. Why?
What can I do?
Hmm, maybe if I write in a paper...
Yes! That's it! I'll write in a paper...
*Writing*
*Folding the paper*
Now where's the courage? I don't think I'll do it! :(
OMG, it's almost his stop bus...
*Turning and giving the paper*
*He tries not laugh*
*He down the stairs*
And I'm anxious to the next day.
I don't know what will happen.
But it was funny!
I'm feeling Amélie Poulain.
20 de julho, Rafael.
Despertador toca, Rafael o desliga com uma porrada estrondosa.
"Quero dormir mais!" Pensa o menino que coloca o travesseiro em seu rosto para tampar a fresta de luz que entra pela janela entre as cortinas em paralelo. Tomou coragem e tirou o travesseiro do rosto, abriu os olhos lentamente, olhou para o despertador que mostrava apenas sete e quatro da manhã.
Levantou sem vontade nenhuma, se arrastando para a porta do guarda-roupas e procurou por roupas limpas. Foi até o banheiro e tomou um banho quente.
Chegando a cozinha.
- Bom dia, mãe! - Disse Rafael com voz de sono.
- Bom dia, Rafael! Vai comer, seu pai trouxe pão fresquinho e tem que queijo e presunto na geladeira. Fiz suco de acerola que você adora, mas também tem leite. - Disse Adriana ao filho enquanto organizava sua bolsa para ir trabalhar.
- Tá, mãe! - Rafael começou a preparar o seu café da manhã.
- Não esquece de pegar seu irmão no colégio... E vê se estuda!
- Tá bom... pode ir, não se preocupe. Eu faço isso todos os dias. Não precisa ficar me lembrando sempre o que eu tenho que fazer...
- Mas é que você é esquecido.
- Ok mãe. - Rafael respondeu revirando os olhos enquanto pegava o leite na geladeira.
- Tchau meu filho.
- Tchau mãe.
Rafael tomou seu café da mnhã. Ligou o computador e pôs sua cabeça para funcionar, pensando no que teria que fazer naquele dia. Estava sentado em frente ao computador olhar vazio, apenas pensando.
Navegou na internet, jogou um pouco. Começou a estudar, mas já tinha que buscar seu irmão na escola.
Quando chegou em casa o almoço já estava pronto, a diarista havia preparado lasanha e arroz.
Ele e seu irmãozinho, Ronald, almoçara e após isto ele ajudou o pequeno com as tarefas de casa. Quando terminou de ajudar o irmão dele, pegou seu próprio material para estudar.
As quatro da tarde, Rafael, fez o seu lanche e foi se arrumar para sair e estudar.
20 de julho, Paula.
- Paula, acorda!
- Ah não, mãe! Deixa eu dormir mais um pouco!
- Mas já são quase onze horas da manhã. Vai, levanta logo!
Paula continua de olhos fechados, fingindo que ainda está dormindo.
- Não vou falar de novo. Se eu tiver que falar mais uma ve...
- Ok, mãe! Acordei. Viu? Levantei já. - Paula estava apensar sentada na cama, com cara de zumbi.
- Ótimo! O almoço está quase pronto! E não esqueça de arrumar o quarto.
- Tá!
"Ai que saco! Mal acordo e já tenho coisa pra fazer, só queria dormir mais um pouco." x_x Pensou Paula, quase rastejando até chegar ao banheiro. Escova os dentes, lava o rosto e cria coragem para arrumar o quarto.
Depois do almoço procura algumas coisas na internet, conversa com amigos, mas logo se arruma para ir estudar.
20 de julho, Rafael e Paula.
Já cansado, Rafael corre para pegar o ônibus e procura um lugar para se sentar.
Paula olha para Rafael e diz um "Oi" mentalmente do mesmo jeito que ela geralmente faz.
Rafael é alto, nem gordo e nem magro, normal, caucasiano, cabelo liso e castanho, barba por fazer e usa óculos. Mas o que ela mais gosta é quando ele mexe o cabelo, é maneira como ele faz, ela acha fofo.
Ela pensa em mil e uma maneiras de falar com ele. No fundo ela tem medo da reação dele.
Because she is just a shy girl.
Despertador toca, Rafael o desliga com uma porrada estrondosa.
"Quero dormir mais!" Pensa o menino que coloca o travesseiro em seu rosto para tampar a fresta de luz que entra pela janela entre as cortinas em paralelo. Tomou coragem e tirou o travesseiro do rosto, abriu os olhos lentamente, olhou para o despertador que mostrava apenas sete e quatro da manhã.
Levantou sem vontade nenhuma, se arrastando para a porta do guarda-roupas e procurou por roupas limpas. Foi até o banheiro e tomou um banho quente.
Chegando a cozinha.
- Bom dia, mãe! - Disse Rafael com voz de sono.
- Bom dia, Rafael! Vai comer, seu pai trouxe pão fresquinho e tem que queijo e presunto na geladeira. Fiz suco de acerola que você adora, mas também tem leite. - Disse Adriana ao filho enquanto organizava sua bolsa para ir trabalhar.
- Tá, mãe! - Rafael começou a preparar o seu café da manhã.
- Não esquece de pegar seu irmão no colégio... E vê se estuda!
- Tá bom... pode ir, não se preocupe. Eu faço isso todos os dias. Não precisa ficar me lembrando sempre o que eu tenho que fazer...
- Mas é que você é esquecido.
- Ok mãe. - Rafael respondeu revirando os olhos enquanto pegava o leite na geladeira.
- Tchau meu filho.
- Tchau mãe.
Rafael tomou seu café da mnhã. Ligou o computador e pôs sua cabeça para funcionar, pensando no que teria que fazer naquele dia. Estava sentado em frente ao computador olhar vazio, apenas pensando.
Navegou na internet, jogou um pouco. Começou a estudar, mas já tinha que buscar seu irmão na escola.
Quando chegou em casa o almoço já estava pronto, a diarista havia preparado lasanha e arroz.
Ele e seu irmãozinho, Ronald, almoçara e após isto ele ajudou o pequeno com as tarefas de casa. Quando terminou de ajudar o irmão dele, pegou seu próprio material para estudar.
As quatro da tarde, Rafael, fez o seu lanche e foi se arrumar para sair e estudar.
20 de julho, Paula.
- Paula, acorda!
- Ah não, mãe! Deixa eu dormir mais um pouco!
- Mas já são quase onze horas da manhã. Vai, levanta logo!
Paula continua de olhos fechados, fingindo que ainda está dormindo.
- Não vou falar de novo. Se eu tiver que falar mais uma ve...
- Ok, mãe! Acordei. Viu? Levantei já. - Paula estava apensar sentada na cama, com cara de zumbi.
- Ótimo! O almoço está quase pronto! E não esqueça de arrumar o quarto.
- Tá!
"Ai que saco! Mal acordo e já tenho coisa pra fazer, só queria dormir mais um pouco." x_x Pensou Paula, quase rastejando até chegar ao banheiro. Escova os dentes, lava o rosto e cria coragem para arrumar o quarto.
Depois do almoço procura algumas coisas na internet, conversa com amigos, mas logo se arruma para ir estudar.
20 de julho, Rafael e Paula.
Já cansado, Rafael corre para pegar o ônibus e procura um lugar para se sentar.
Paula olha para Rafael e diz um "Oi" mentalmente do mesmo jeito que ela geralmente faz.
Rafael é alto, nem gordo e nem magro, normal, caucasiano, cabelo liso e castanho, barba por fazer e usa óculos. Mas o que ela mais gosta é quando ele mexe o cabelo, é maneira como ele faz, ela acha fofo.
Ela pensa em mil e uma maneiras de falar com ele. No fundo ela tem medo da reação dele.
Because she is just a shy girl.
So, how I promised to Naveen (like I said before) I have to finish to tell about my trip.
Well the second day was nice too. I went a beautiful place I could see the "Cristo Redentor" (away but I saw). After I went to the museum (used to be the Dom Pedro II's house) so fantastic! I loved!
Well Rio is a hot place, I almost died hahahaha just kidding.
We had a dinner in Mc Donald's. After we came to home and just rest because I was too tired.
And the sunday I went to a exposition about a "Human body" in Brazil it's called: "O fantástico corpo humano". And It was nice I was amazed by the art! :)
I played chess with my "new" grandfather, he won one and I almost won but it was a draw.
So, today I came to my home and it's all!
Thanks for read my blog, friends.
A special hug to Naveen and Dani. ^__^
Well the second day was nice too. I went a beautiful place I could see the "Cristo Redentor" (away but I saw). After I went to the museum (used to be the Dom Pedro II's house) so fantastic! I loved!
Well Rio is a hot place, I almost died hahahaha just kidding.
We had a dinner in Mc Donald's. After we came to home and just rest because I was too tired.
And the sunday I went to a exposition about a "Human body" in Brazil it's called: "O fantástico corpo humano". And It was nice I was amazed by the art! :)
I played chess with my "new" grandfather, he won one and I almost won but it was a draw.
So, today I came to my home and it's all!
Thanks for read my blog, friends.
A special hug to Naveen and Dani. ^__^
Well, I'll write just in English (even my English being suck :P).
Hmm, Let me start when I was in the airplane.
I was excited because that was my first time in a plane. And the experience was totally good... I enjoyed so much. But I tried to sleep but I couldn't because there were two girls near to me and they were talking so much and I can't sleep with noises. :(
But when the airplane landed and I got out of the plane I looked to the sun rising it was so beautiful and kinda orange... I feel the cold because it was at the morning.
My new "grandfather" was there waiting for us (me, my mom and boyfriend of my mother).
We came to home and we had a breakfast and we were so tired we just lay in bed and rest.
When we woke up we had a lunch (lasagna) and was so delicious! =P
Hmm, when the night came we passed in many places that I knew just by name like: Copacabana, Leblon, and the streets and avenues like: Vieira solto, av Brasil. And others...
But well, Rio is a beautiful place and a history city.
We visiti a beach called Arpoador we saw "The radar" I don't know how it works and why it exist but the sound looked like a E.T. was landend here. hahahaa
After that we went to a place to eat something. And I saw a foreign people there. Actually in all these places I went always had a foreign. And usually it not happen in my state. :(
So the next place was came to house because I am still tired a lot. hahaha.
Tomorrow I'm going to museum and in a zoo. ^^
Maybe there's more history to tell.
See you!
PS: really sorry for my bad English and thanks for reading! ^___^
Hmm, Let me start when I was in the airplane.
I was excited because that was my first time in a plane. And the experience was totally good... I enjoyed so much. But I tried to sleep but I couldn't because there were two girls near to me and they were talking so much and I can't sleep with noises. :(
But when the airplane landed and I got out of the plane I looked to the sun rising it was so beautiful and kinda orange... I feel the cold because it was at the morning.
My new "grandfather" was there waiting for us (me, my mom and boyfriend of my mother).
We came to home and we had a breakfast and we were so tired we just lay in bed and rest.
When we woke up we had a lunch (lasagna) and was so delicious! =P
Hmm, when the night came we passed in many places that I knew just by name like: Copacabana, Leblon, and the streets and avenues like: Vieira solto, av Brasil. And others...
But well, Rio is a beautiful place and a history city.
We visiti a beach called Arpoador we saw "The radar" I don't know how it works and why it exist but the sound looked like a E.T. was landend here. hahahaa
After that we went to a place to eat something. And I saw a foreign people there. Actually in all these places I went always had a foreign. And usually it not happen in my state. :(
So the next place was came to house because I am still tired a lot. hahaha.
Tomorrow I'm going to museum and in a zoo. ^^
Maybe there's more history to tell.
See you!
PS: really sorry for my bad English and thanks for reading! ^___^
Como eu prometi ao meu amigo Naveen (da India) vou escrever sobre a minha viagem ao Rio.
Agora estou me preparando para ir ao aeroporto. Estou ansiosa para o meu primeiro vôo de avião.
Depois conto mais sobre como é o Rio.
-----
As I promised to my friend Naveen (from India) I'll write about my trip to Rio.
Now I'm preparing to go to the airport. I'm exited to my first time in an airplane.
When I'm there I'll tell more about Rio is. ^__^
See you! :*
Agora estou me preparando para ir ao aeroporto. Estou ansiosa para o meu primeiro vôo de avião.
Depois conto mais sobre como é o Rio.
-----
As I promised to my friend Naveen (from India) I'll write about my trip to Rio.
Now I'm preparing to go to the airport. I'm exited to my first time in an airplane.
When I'm there I'll tell more about Rio is. ^__^
See you! :*
Estávamos, eu, Klaus e Domeniquée em nosso passeio agradabilíssimo, mas antes de contar como da parte boa foi para a ruim em apenas um piscar de olhos, lhes apresentarei os personagens.
Bem, meu nome é Anna, mas é... não, não falarei sobre mim. Prefiro falar sobre meu sobrinho Domeniquée e claro, sobre Klaus.
Bem, Domeniquée, como já disse, é meu sobrinho e ele vive na França, mas sonha em viver na Alemanha.
Ele é loiro e tem o cabelo liso, é bem mais alto do que eu - o que não é muito difícil, magro -se pode ver os ossos de seus cotovelos, apesar disto ele tem uma aparência de um belo rapaz e tem olhos esverdeados. Adora - ele é fanático em - esportes! Bem, ele ainda está na escola regular... Ele adora conhecer pessoas novas, e com certeza aprender sobre a língua alemã.
Klaus, ahhh, Klaus! Ele parece como um anjo pra mim, suas feições apesar de imperfeitas são totalmente perfeitas para mim. Klaus também é loiro e tem cabelo lisinho e mais longo - nem tão grande e nem tão curto, na medida certa. Usa óculos e tem olhos fascinantes, azuis como as águas mais límpidas já vista e quando se olha fixamente se torna hipnotizante. Seu sorriso - apesar de seus dentes aparentarem imperfeições - é um sorriso encantador, de fato, adoro quando ele sorri. Klaus é alto e não é gordo, mas não é tão magro como meu sobrinho. Ah, claro! Vocês precisam saber como conheci Klaus...
Eu estava procurando por novos amigos na internet para que eu pudesse aprender línguas novas, até que um dia, ocorreu de começarmos a conversar... Ele me disse que era da Alemanha - confesso que, não me interessei pela língua tão de cara assim-, mas quanto mais fui conhecendo-o vi que estava me apaixonando por ele - nesta época eu ainda frequentava a escola-, bem, os dias se passaram nós conversavamos quase todos os dias, ou sempre que dava. Klaus sempre um rapaz ocupado. Mas ao mesmo tempo que nós tínhamos um certo contato, diminuimos a frequência com que conversamos - não porque queríamos, apenas aconteceu.
Passaram-se alguns dias até que eu conheci outras pessoas e um menino que tinha o mesmo sobrenome que Klaus, tivemos uma relação relativamente curta. Não me arrependo, era um cara bom, mas não para mim. Ele não era Klaus. Após essa bagunça toda, voltamos a conversar com frequência novamente e então decidi que queria aprender alemão só para poder visitar o país de Klaus e poder conhecê-lo de verdade, quero dizer, ver se ele é mesmo real.
Por fim, decidi dizê-lo que estava apaixonada por ele. Ele recebeu bem e ao mesmo tempo mal. Em um momento estávamos super bem, trocando palavras doces, e outrora estava sendo ignorada por ele. Não compreendi e não compreendo. Até que um belo dia, Klaus resolveu ir para um encontro de pessoas que falam Esperanto! Fiquei contente por ele. E desejei a ele uma ótima viagem e que encontrasse alguém mais real pra ele do que eu poderia ser. E foi o que ele fez! Eu fiquei muito feliz por ele. Eu continuaria feliz se nós ainda conversássemos, mas agora eu conto sobre algo e ele não me responde. Eu não sei o que ele pensa. Klaus é um cara muito gentil, mas é como todos os outros - me refiro até mesmo as pessoas do sexo feminino- que quando vê que a pessoa gosta dela e não conversa por medo de machuca-la, ou qualquer coisa do tipo. Mas não percebe que o que mais deixa triste é quando de fato ele se afasta.
-
Agora que já apresentei os personagens e a história, voltaremos de onde paramos...
"Estávamos, eu, Klaus e Domeniquée em nosso passeio agradabilíssimo na bela Deutschland. Klaus nos mostrava cada canto da cidade nos ensinando palavras novas. Eu e ele andavamos de mãos dadas, e mesmo não sendo possível me ver eu podia sentir que meu sorriso começava de uma orelha e só terminava na orelha do outro lado. Eu e meu primo estávamos em ecstase por aquilo ser tão real para nós...
Chegamos perto de uma campo de futebol, Domeniquée se entusiasmou imediatamente, eu olhei para Klaus e disse para Domeniquée que o deixaríamos lá - eu e Klaus não gostamos de esporte-, até que meu querido sobrinho disse:
- Hahaha, Now, it's time to stay alone with him. Time to the couple.
Eu só ri e disse o quão engraçadinho ele era. Nos despedimos - eu e Klaus - de Domeniquée. Estava começando a escurecer. Fomos para perto da casa dele. Assim que estavamos num lugar calmo, só nós dois, apenas nos olhamos e começamos a nos beijar. Ah, nosso primeiro encontro, nosso primeiro beijo... E um beijo com intensidade, nós não queríamos nos separar nem durante um segundo um do outro, mas a burra aqui tinha que dizer algo para estragar - talvez ainda não pareça algo que realmente iria estragar, mas sim, estragou-, então parei de beija-lo para dizer:
- Let's go to your place. It's a little cold here.
Ele me beijou mais uma vez e depois fez que sim, e de o seu sorriso mais encatador.
Ele segurou minha mão e me puxou. Quando entramos na casa dele, já não era mais exatamente uma casa, mas era um apartamente-labirinto. Ele soltou minha mão e saiu correndo para que eu o seguisse, comecei a achar que era uma brinadeira. E por ele estar correndo pensei que tivesse a ver com chegar mais rápido no apartamento dele. Depois de muito tempo correndo atras dele naquele labirinto - de luxo, a propósito- eu me perdi dele e me esbarrei em um cara que tinha uma arma na cintura. Dei meia volta e vi que havia policiais atras dele -pois eles já tinham um preso-, não sei porque diabos, mas eu voltei em direção ao ladrão que eu havia fugido no primeiro instante, e puxei qualquer assunto que me viesse a cabeça:
- Hallo! Wie geht's dir?
Ele respondeu qualquer coisa, eu estava muito nervosa pra prestar atenção no que ele disse. Então, só sei que consegui o meu objetivo de ajudar a polícia prendê-lo.
Apenas sentei numa escada, enquanto a confusão fazia-se de background de meus pensamentos. Eu vi Klaus do outro lado, ele me observava, nós trocavamos olhares. Eu queria ir até ele, mas eu sabia que se eu tentasse me mover ele simplesmente fugiria de mim. Fiquei parada, acho que minhas vistas ficaram embassadas por conta das lágrimas se formando em meus olhos. Até que duas amigas apareceram do meu lado e começaram a falar comigo que se eu ficasse na Alemanha elas sentiriam minha falta, e que tudo ficaria bem - em relação ao Klaus. Eu pensei, eu acho que não ficará bem não, mas posso tentar pela última vez.
No dia seguinte, fui até o prédio para tentar vê-lo, e conversar, resolver nossa situação.
Quando eu cheguei lá não lembrava direto do caminho, uma garotinha me ajudou. Me levou até o corredor, mas havia duas portas. Eu fui perguntar a ela, mas ela despareceu em menos de um segundo. Olhei bem para as duas portas e bati na 206 e tive sorte. A porta se abriu lentamente, Klaus não estava sorridente, nem triste. Sua expressão era neutra. Ao mesmo tempo que meu coração batia aceleradamente ele havia gelado. Sentí aquele frio na espinha. Eu sabia o que ele iria dizer, apenas acariciei seu rosto e disse:
- Now I know. You haven't been mine... I never had you. Klaus, I am so sorry for everything.
Eu não consigui dizer mais nada além disto. Nós trocamos olhares por uns segundos.
- May I kiss you? I mean, the last one? - Disse eu.
Ele fez que sim e então eu lhe beijei na bochecha e voltei a olhar intensamente em seus olhos.
E por um instante imaginei o momento em que eu me virei e ele me segurava e me desse um abraço forte e dissesse:
- Anna, don't leave me! Ich hab dich lieb! Marry me and you don't have to go...
Mas é claro que o que aconteceu foi diferente... Eu falei:
- Goodbye Klaus.
- Goodbye sweetheart.
E então me virei e nada aconteceu, alias, uma lágrima desceu.
E então eu acordei. Um dos piores sonhos que eu tive em toda a minha vida.
Bem, meu nome é Anna, mas é... não, não falarei sobre mim. Prefiro falar sobre meu sobrinho Domeniquée e claro, sobre Klaus.
Bem, Domeniquée, como já disse, é meu sobrinho e ele vive na França, mas sonha em viver na Alemanha.
Ele é loiro e tem o cabelo liso, é bem mais alto do que eu - o que não é muito difícil, magro -se pode ver os ossos de seus cotovelos, apesar disto ele tem uma aparência de um belo rapaz e tem olhos esverdeados. Adora - ele é fanático em - esportes! Bem, ele ainda está na escola regular... Ele adora conhecer pessoas novas, e com certeza aprender sobre a língua alemã.
Klaus, ahhh, Klaus! Ele parece como um anjo pra mim, suas feições apesar de imperfeitas são totalmente perfeitas para mim. Klaus também é loiro e tem cabelo lisinho e mais longo - nem tão grande e nem tão curto, na medida certa. Usa óculos e tem olhos fascinantes, azuis como as águas mais límpidas já vista e quando se olha fixamente se torna hipnotizante. Seu sorriso - apesar de seus dentes aparentarem imperfeições - é um sorriso encantador, de fato, adoro quando ele sorri. Klaus é alto e não é gordo, mas não é tão magro como meu sobrinho. Ah, claro! Vocês precisam saber como conheci Klaus...
Eu estava procurando por novos amigos na internet para que eu pudesse aprender línguas novas, até que um dia, ocorreu de começarmos a conversar... Ele me disse que era da Alemanha - confesso que, não me interessei pela língua tão de cara assim-, mas quanto mais fui conhecendo-o vi que estava me apaixonando por ele - nesta época eu ainda frequentava a escola-, bem, os dias se passaram nós conversavamos quase todos os dias, ou sempre que dava. Klaus sempre um rapaz ocupado. Mas ao mesmo tempo que nós tínhamos um certo contato, diminuimos a frequência com que conversamos - não porque queríamos, apenas aconteceu.
Passaram-se alguns dias até que eu conheci outras pessoas e um menino que tinha o mesmo sobrenome que Klaus, tivemos uma relação relativamente curta. Não me arrependo, era um cara bom, mas não para mim. Ele não era Klaus. Após essa bagunça toda, voltamos a conversar com frequência novamente e então decidi que queria aprender alemão só para poder visitar o país de Klaus e poder conhecê-lo de verdade, quero dizer, ver se ele é mesmo real.
Por fim, decidi dizê-lo que estava apaixonada por ele. Ele recebeu bem e ao mesmo tempo mal. Em um momento estávamos super bem, trocando palavras doces, e outrora estava sendo ignorada por ele. Não compreendi e não compreendo. Até que um belo dia, Klaus resolveu ir para um encontro de pessoas que falam Esperanto! Fiquei contente por ele. E desejei a ele uma ótima viagem e que encontrasse alguém mais real pra ele do que eu poderia ser. E foi o que ele fez! Eu fiquei muito feliz por ele. Eu continuaria feliz se nós ainda conversássemos, mas agora eu conto sobre algo e ele não me responde. Eu não sei o que ele pensa. Klaus é um cara muito gentil, mas é como todos os outros - me refiro até mesmo as pessoas do sexo feminino- que quando vê que a pessoa gosta dela e não conversa por medo de machuca-la, ou qualquer coisa do tipo. Mas não percebe que o que mais deixa triste é quando de fato ele se afasta.
-
Agora que já apresentei os personagens e a história, voltaremos de onde paramos...
"Estávamos, eu, Klaus e Domeniquée em nosso passeio agradabilíssimo na bela Deutschland. Klaus nos mostrava cada canto da cidade nos ensinando palavras novas. Eu e ele andavamos de mãos dadas, e mesmo não sendo possível me ver eu podia sentir que meu sorriso começava de uma orelha e só terminava na orelha do outro lado. Eu e meu primo estávamos em ecstase por aquilo ser tão real para nós...
Chegamos perto de uma campo de futebol, Domeniquée se entusiasmou imediatamente, eu olhei para Klaus e disse para Domeniquée que o deixaríamos lá - eu e Klaus não gostamos de esporte-, até que meu querido sobrinho disse:
- Hahaha, Now, it's time to stay alone with him. Time to the couple.
Eu só ri e disse o quão engraçadinho ele era. Nos despedimos - eu e Klaus - de Domeniquée. Estava começando a escurecer. Fomos para perto da casa dele. Assim que estavamos num lugar calmo, só nós dois, apenas nos olhamos e começamos a nos beijar. Ah, nosso primeiro encontro, nosso primeiro beijo... E um beijo com intensidade, nós não queríamos nos separar nem durante um segundo um do outro, mas a burra aqui tinha que dizer algo para estragar - talvez ainda não pareça algo que realmente iria estragar, mas sim, estragou-, então parei de beija-lo para dizer:
- Let's go to your place. It's a little cold here.
Ele me beijou mais uma vez e depois fez que sim, e de o seu sorriso mais encatador.
Ele segurou minha mão e me puxou. Quando entramos na casa dele, já não era mais exatamente uma casa, mas era um apartamente-labirinto. Ele soltou minha mão e saiu correndo para que eu o seguisse, comecei a achar que era uma brinadeira. E por ele estar correndo pensei que tivesse a ver com chegar mais rápido no apartamento dele. Depois de muito tempo correndo atras dele naquele labirinto - de luxo, a propósito- eu me perdi dele e me esbarrei em um cara que tinha uma arma na cintura. Dei meia volta e vi que havia policiais atras dele -pois eles já tinham um preso-, não sei porque diabos, mas eu voltei em direção ao ladrão que eu havia fugido no primeiro instante, e puxei qualquer assunto que me viesse a cabeça:
- Hallo! Wie geht's dir?
Ele respondeu qualquer coisa, eu estava muito nervosa pra prestar atenção no que ele disse. Então, só sei que consegui o meu objetivo de ajudar a polícia prendê-lo.
Apenas sentei numa escada, enquanto a confusão fazia-se de background de meus pensamentos. Eu vi Klaus do outro lado, ele me observava, nós trocavamos olhares. Eu queria ir até ele, mas eu sabia que se eu tentasse me mover ele simplesmente fugiria de mim. Fiquei parada, acho que minhas vistas ficaram embassadas por conta das lágrimas se formando em meus olhos. Até que duas amigas apareceram do meu lado e começaram a falar comigo que se eu ficasse na Alemanha elas sentiriam minha falta, e que tudo ficaria bem - em relação ao Klaus. Eu pensei, eu acho que não ficará bem não, mas posso tentar pela última vez.
No dia seguinte, fui até o prédio para tentar vê-lo, e conversar, resolver nossa situação.
Quando eu cheguei lá não lembrava direto do caminho, uma garotinha me ajudou. Me levou até o corredor, mas havia duas portas. Eu fui perguntar a ela, mas ela despareceu em menos de um segundo. Olhei bem para as duas portas e bati na 206 e tive sorte. A porta se abriu lentamente, Klaus não estava sorridente, nem triste. Sua expressão era neutra. Ao mesmo tempo que meu coração batia aceleradamente ele havia gelado. Sentí aquele frio na espinha. Eu sabia o que ele iria dizer, apenas acariciei seu rosto e disse:
- Now I know. You haven't been mine... I never had you. Klaus, I am so sorry for everything.
Eu não consigui dizer mais nada além disto. Nós trocamos olhares por uns segundos.
- May I kiss you? I mean, the last one? - Disse eu.
Ele fez que sim e então eu lhe beijei na bochecha e voltei a olhar intensamente em seus olhos.
E por um instante imaginei o momento em que eu me virei e ele me segurava e me desse um abraço forte e dissesse:
- Anna, don't leave me! Ich hab dich lieb! Marry me and you don't have to go...
Mas é claro que o que aconteceu foi diferente... Eu falei:
- Goodbye Klaus.
- Goodbye sweetheart.
E então me virei e nada aconteceu, alias, uma lágrima desceu.
E então eu acordei. Um dos piores sonhos que eu tive em toda a minha vida.
This is how it works
You're young until you're not
You love until you don't
You try until you can't
You laugh until you cry
You cry until you laugh
And everyone must breathe
Until their dying breath
No, this is how it works
You peer inside yourself
You take the things you like
And try to love the things you took
And then you take that love you made
And stick it into some
Someone else's heart
Pumping someone else's blood
And walking arm in arm
You hope it don't get harmed
But even if it does
You'll just do it all again
You're young until you're not
You love until you don't
You try until you can't
You laugh until you cry
You cry until you laugh
And everyone must breathe
Until their dying breath
No, this is how it works
You peer inside yourself
You take the things you like
And try to love the things you took
And then you take that love you made
And stick it into some
Someone else's heart
Pumping someone else's blood
And walking arm in arm
You hope it don't get harmed
But even if it does
You'll just do it all again
Her - Wow! You'll waste one day to kiss and hug me.
Him - Haha, that wouldn't be a waste at all.
I would hug and kiss you a week.
Day and night. ^^
Her -Awww *__*
Better you do it!
Him - I think if I did, I'd fall in love with you after 1 minute. ^^














